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Páginas Criativas

Um blog onde a imaginação e a realidade podem andar de mãos dadas com a ESCRITA. Gostas de escrever? Partilha os teus textos connosco. Envia-os para o email: bibliotecasesagtn@gmail.com

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Os valores da minha terra

Poema coletivo da turma do 6E para participação no concurso Histórias da Ajudaris

12.07.25

Os valores da minha terra

Os valores da minha terra,

são vários e cada um com a sua função.

Porque não há preguiçosos,

só paz e união.

 

Os valores da minha terra,

são a Igualdade,

a Esperança,

a Liberdade.

 

Mas também é viver

com amor na sociedade,

sem ter medo de dizer:

- É aqui que vou encontrar felicidade!

 

Os valores da minha terra,

são muitos e sem fim.

Bastante maiores que o mundo,

e não são só para mim.

 

                  Poema coletivo da turma do 6E

Valores

Poema coletivo da turma 6ºH para participação no concurso Histórias da Ajudaris

12.07.25

Valores

Num campo vasto,

onde todos têm voz

a igualdade é um

sonho que somos nós.

 

Cada ser é único,

uma linda canção.

Mas juntos em harmonia,

formamos a união.

 

Cores e culturas,

cada um a brilhar.

Na dança da vida,

juntos a sonhar.

 

E ao olhar para o céu,

vemos a diversidade.

Um arco-íris de vozes,

chamando por liberdade.

 

Que a igualdade floresça,

em cada amanhecer.

Um caminho de esperança

para todos viver.

 

Todos tratados por igual,

quando todos são diferentes.

Neste país que é Portugal

deixamos o mundo contente.

 

                     Poema coletivo da turma 6ºH

 

 

O que existe na Amizade

Poema coletivo da turma do 6ºF para particação no concurso Histórias da Ajudaris

12.07.25

O que existe na Amizade

Na amizade existe

tanta coisa boa

alegria e sorrisos

tudo se perdoa.

 

A companhia de um amigo é para viver

E todas as minhas memórias

São com um amigo a valer.

 

É liberdade

escolher um amigo

Que te respeite e dê espaço

Mas que goste de estar contigo.

 

Num gesto simples, um olhar, uma mão

Nasce a esperança, cresce a união.

Um ato gentil, um abraço apertado

Transforma o triste em aliviado.

 

Não é riqueza, não é vaidade,

É amor em forma de humanidade.

Quando dividimos, o mundo se ajeita

E a dor de um só, a todos se respeita.

 

                                          Poema coletivo da turma do 6ºF

As Flores Perfeitas

Poema coletivo para a participação no concurso Histórias da Ajudaris

12.07.25

As Flores Perfeitas

Os valores são flores,

todas diferentes,

todas bonitas.

 

A alegria é sentir felicidade,

ter vontade de sorrir.

 

O amor é uma flor vermelha,

vermelho vivo.

Dentro de toda a gente

existe vivo um amor,

para partilhar

com as boas pessoas

que também o fazem.

 

Existe a tristeza,

uma flor azul à chuva.

Ao contrário da alegria,

que é uma flor amarela igual ao sol.

As pessoas tristes não têm amor,

nem ninguém partilha com elas.

As pessoas que não recebem amor,

não têm felicidade.

 

A raiva é uma rosa espinhosa.

Não é igual às outras.

É atrevida, é perigosa.

Qualquer um que lhe toque, machuca.

Não deixes que esta rosa te controle!

 

Os valores são iguais às flores.

Há flores que cheiram melhor,

ou que são mais bonitas.

 

Colhe sempre boas flores,

para teres bons valores!

                                             

                           Poema coletivo da turma do 6º G

O Natal da Clara

História vencedora do Concurso de Natal - 2º escalão (2º ciclo - CB)

11.07.25

O Natal da Clara

Numa véspera de Natal fria e nevada, na pequena cidade de Santarém, as luzes coloridas piscavam nas casas, criando um cenário mágico que fazia o coração de todos bater mais forte. Mas, para Clara, uma menina de apenas oito anos, o Natal daquele ano parecia um pouco diferente. A sua família não tinha muito dinheiro, e a árvore de Natal na sua sala era uma pequena planta que ela havia decorado com papel colorido e algumas luzes emprestadas.

Clara observava as crianças da vizinhança, todas felizes com os seus novos brinquedos e presentes embrulhados. Ela suspirava, não por inveja, mas por um desejo profundo de compartilhar a alegria do Natal. Para ela, o verdadeiro espírito natalício não estava nos presentes, mas na união e na bondade entre as pessoas.

Naquela noite, enquanto todos estavam ocupados a preparar-se para a ceia, Clara teve uma ideia. Ela decidiu que, em vez de esperar por presentes, iria fazer algo especial para aqueles que não tinham nada. Com um sorriso determinado, pegou no pouco que tinha: algumas bolachas que a sua mãe tinha feito e um pequeno pote de compota de frutas.

Clara vestiu o seu casaco e saiu pela porta, enfrentando o frio cortante. Ela caminhou pelas ruas iluminadas, até chegar à casa da dona Maria, uma senhora idosa que morava sozinha e parecia sempre triste. Clara bateu à porta, e quando a D. Maria abriu, o seu rosto iluminou-se ao ver a menina.

-Olá, D. Maria! Eu trouxe umas bolachinhas e compota para a senhora! - disse Clara, com um sorriso radiante.

A senhora, emocionada, aceitou o presente com lágrimas nos olhos.

- Obrigada, minha querida! Não imaginas o quanto significa para mim.

Clara continuou a sua jornada, visitando outros vizinhos. Ela levou um pouco de alegria a cada casa: um pouco de doce aqui, uma palavra amiga ali. Percebeu que, ao partilhar, a sua própria felicidade crescia.

Finalmente, Clara chegou a casa, onde a sua família a esperava para a ceia. Ela contou-lhes sobre as suas visitas e o que havia feito. Em vez de ficarem desapontados por não ter comprado presentes, os seus pais ficaram orgulhosos pela sua generosidade.

Naquela noite, enquanto a neve caía suavemente do lado de fora, Clara aconchegou-se no seu cobertor, sentindo uma felicidade profunda. Ela tinha percebido que o verdadeiro espírito do Natal não estava em receber, mas em dar, partilhar e fazer o bem ao próximo.

E assim, naquela pequena cidade, o Natal de Clara tornou-se uma lenda. Em cada ano, as pessoas lembravam-se da sua bondade e começaram a fazer o mesmo. O Natal transformou-se numa celebração de amor e bondade, onde o verdadeiro presente era a alegria de estar juntos e cuidar uns dos outros.

E no coração de Clara, a magia do Natal nunca desapareceu. Ela aprendeu que, independentemente das dificuldades, o amor e a bondade são os maiores presentes que podemos dar uns aos outros. E assim, aquele Natal tornou-se o mais especial de todos, não por causa de presentes, mas pela luz que cada ato de bondade trouxe para a cidade.

Fim

                                                  Pedro, 6ºE

 

Diário do Sorriso

Dia Internacional do Riso

18.01.25

                                                                                                                               Leipzig, 28 de outubro
    Querido Diário,
    Tenho passado dias tristes, pois tenho sido cada vez menos utilizado. A humanidade tem andado mais séria por causa das tecnologias, que nos agarram como cordas, que não nos deixam sair dali, diminuindo a quantidade de felicidade e diversão! E o que antes eram jogos de tabuleiro, conversas longas e muita animação entre amigos, transformou-se em jogos online, conversas tóxicas e de ódio e vício da internet, com menos encontros pessoais entre amigos... Mas, com tudo isto, ainda há crianças que brincam, sorriem e aproveitam a sua infância de forma divertida...
    Tenho medo de ser esquecido, colocado num sítio de tristeza, ódio, raiva e não ter propósito de existir neste mundo!!!
     Ainda bem que existes para me libertar, fazeres-me sentir melhor nos momentos mais difíceis e conseguir desabafar com alguém em quem confio! E, nos momentos mais felizes, posso contar-te tudo o que me alegra, como se fosses o meu melhor amigo!
     Queria contar-te um segredo: a minha grande amiga Felicidade conheceu o Sarcasmo, o que não foi nada bom, pois fez com que ela se tornasse mais falsa... Porque já não consigo distinguir a verdadeira felicidade e amizade do seu sarcasmo....
     Tenho receio de a perder e que essa felicidade com sarcasmos se instale nas pessoas e que não consigamos mais confiar nas palavras de ninguém!
     Até amanhã,
    Sorriso.
                                                                                        Margarida Formigo e Vasco Ferreira, 8ºD

Terra do Sorriso Amarelo

Dia Internacional do Sorriso

18.01.25

                                                                        Terra do Sorriso Amarelo, 2 de agosto de 2000 e tal
     Querido Frog,
    Hoje, é o meu aniversário e estou reunido com toda a minha família. Tive um mau dia e quero contar-te tudo o que tive de passar hoje, sempre com um sorriso na cara!
    De manhã, enquanto tomava o pequeno-almoço com os meus 5 irmãos, os meus pais vieram dizer-nos que tínhamos de mudar de cidade porque o meu papá tinha arranjado trabalho na Bochecha e hoje seria o meu último dia de aulas com os meus amigos. Fiquei destroçado, mas não o pude demonstrar, a única expressão que posso mostrar é um sorriso! O meu dia começou logo mal!!!
    Tive todas as aulas da manhã a pensar que seria a última vez que estaria naquelas salas e com aqueles professores. A única coisa que me animava naquele momento é que ia almoçar com a minha namorada, a Piada. O almoço ia ser Bolonhesa Risonha, que é a minha comida preferida!
    Quando me sentei com ela, foi a primeira vez neste dia que tive vontade de sorrir. A Piada é maravilhosa! No meio da nossa conversa, arranjei coragem de lhe contar que seria o meu último dia na minha terra. Vê lá o que ela me disse: “Não sei o que queres que te diga?! Sabes que não suporto relacionamentos à distância, certo? O que é que tinhas na tua cabeça? A nossa relação acaba agora! Boa viagem para a Bochecha, até nunca!”. Fiquei tão irritado que nem terminei de comer. Como é que ela quer que eu controle este tipo de coisas?! Pensei que ela fosse diferente! Pelos vistos, enganei-me!
    Nas aulas da tarde, nem pensei muito na Piada (mesmo que aches difícil de acreditar, Frog), estava apenas concentrado no jogo que ia ter depois das aulas, o mais importante aqui da zona.
    O jogo começou bem, estávamos empatados 2-2, não marquei nenhum destes golos, mas fiz uma ótima assistência. O intervalo foi muito divertido, a equipa toda estava animada, os sorrisos que dei foram genuínos. A segunda parte do jogo não correu tão bem, estávamos a perder 3-2. Estávamos a dois minutos do final e eu estava com a bola. Estava a chegar à baliza, quando o meu adversário, a Tristeza, me fez uma rasteira! Parti o dente, acreditas nisto, Frog? Passei o resto da tarde no hospital com o peso desta derrota nos maxilares. Este foi o último jogo que joguei com os meus melhores amigos. Não achas que merecíamos uma vitória?
    Cheguei agora a casa e vou dormir, porque amanhã tenho de acordar cedo para fazer as malas.
    Um beijinho do Sorriso!
PS: Como se não fosse pouco, a minha mãe disse-me agora que o dentista mandou um email a informar que vou ter de usar aparelho! Amanhã, vou ao dentista para o colocar.
    Incrível, não achas??!! Vou entrar em depressão!!!
                                                             Escrito por: Sofia Bargão Rodrigues e Matilde Coelho, 8ºD

Diário do Sorriso

Dia Internacional do Riso

18.01.25

                                                                  Diário do Sorriso
                                                                                                     Sábado, 26 de dezembro de 2001
     Querida Flor,
      Aqui está o teu melhor amigo, o Sorriso! E hoje eu queria falar-te do meu dia de ontem, que foi o Natal, ou seja, o melhor dia do ano! Vou dizer-te tudo o que aconteceu e também vou ser totalmente sincero contigo.
      Ontem, eu acordei às sete da manhã com pessoas a cantarem músicas de Natal. Como é
óbvio, estava a sorrir, porque, como tu sabes, eu estou sempre a sorrir. Esse é o meu trabalho na família! Mas, ao contrário de mim, o meu irmão, que se chama Irritante, estava a reclamar de tudo e todos, como sempre, e a minha irmã Tristeza estava a chorar, como sempre, também. Estava a começar a irritar-me porque era sempre isto todas, mesmo todas as manhãs! Mas eu tinha de continuar a sorrir!!!... Porque, como já disse, esse era o meu trabalho na família!
      Quando a minha mãe estava a cozinhar, ela estava com medo de tudo, como sempre! Estava com medo de colocar fogo na casa ou queimar a cozinha… Eu, sinceramente, fico irritado com isso, porque já é um exagero! Mas, como sempre, tinha de fingir que estava feliz e sorridente! O meu pai é muito perfecionista, ou seja, verificava se estava tudo perfeito para aquela noite de Natal. Quando a minha mãe nos deu a provar a comida, aquilo era nojento! Ninguém gostou daquilo! A minha irmã chorava e chorava, o meu irmão só reclamava e o meu pai só organizava os seus talheres. A mim, só me apetecia vomitar, mas tinha de fingir que estava tudo bem! Sabes uma coisa, Flor?... Eu odeio fingir coisas que não estou a sentir! Às vezes, pergunto-me se sou o único da família a fingir sentimentos que não fazem parte do meu papel.
     Finalmente, chegou a noite de Natal, a melhor parte deste dia! A noite tinha começado bem, as coisas estavam normais… Normais para a nossa família! A minha irmã triste, o meu irmão irritado… pronto, normal. Mas o jantar estava muito bom, então eu estava a sorrir normalmente. Chegou a melhor parte: uma tradição da minha família, que era escolhermos um filme para vermos a noite toda e todos adormecermos no sofá! E o melhor é que era a minha vez de escolher o filme, mas tudo foi estragado! O meu irmão ficou irritado e a discutir comigo, eu tentei manter o sorriso, mas não consegui. Então, simplesmente, corri para o meu quarto e chorei, pela primeira vez! Sem reparar, adormeci. Acordei e peguei logo em ti para contar isto tudo. E agora estou a pensar se devo contar isto à minha família ou não. E, se contar, como vão eles reagir?
       

O teu amigo,
Sorriso.
                                                                                                                                   Cecília Lopes, 8ºD

Diário do Riso/Sorriso

Dia Internacional do Riso

18.01.25

                                                                                                      SorrisoLândia, 2 de janeiro de 2025
     Querido Riso, ai espera… estou mesmo a ficar maluco… vou recomeçar!
     Querido Diário,
         Hoje, tive um gigante problema: não me conseguia rir! Deves estar a pensar como é que eu, Riso, não me conseguia rir.
        Vou explicar melhor! Como sabes, sou psicólogo. Estava a trabalhar e a minha paciente, a Tristeza, contou-me que, na semana passada, a sua filha, Tristeza Júnior, foi atropelada, enquanto estava a passear a sua cadela, a Ansiedade. Num dia normal, começaria uma gargalhada intensa, quase sem fim. Para minha surpresa, não desatei a rir! E foi assim que eu soube que algo não estava certo!
         Na parte da tarde, fui ao supermercado, quando, de repente, uma senhora idosa não reparou que o chão estava molhado e escorregou. Pelo que ouvi, partiu uma costela ou duas e, novamente, eu não me ri, muito pelo contrário, fiquei preocupado! Acabei as minhas compras e, após muito pensar, fui andando para casa da minha avó. A meio do caminho, decidi voltar para casa, mas, assim que cheguei, arrependi-me e fui de vez para casa da minha avó.
            Assim que entrei, desabafei automaticamente. Era tanta coisa que parecia que nunca mais acabava! A minha avó olhou para mim com aquele sorriso habitual, disse “senta-te, filho” e assim o fiz. Naquele momento, ela riu-se e eu não. Só assim é que se apercebeu da gravidade da coisa! Sugeriu que eu fosse para o psicólogo, enquanto me fazia umas deliciosas bolachas. Relembrei a Dona Sorrisa que o seu excelentíssimo neto é psicólogo e então respondeu-me “come as bolachas e cala-te”.
          Milagrosamente, depois de comer as bolachas, comecei a rir. Não tens noção do quanto eu me ri! A sério… passei o resto do dia a rir! Gostava de saber qual era a magia daquelas bolachas, mas, independentemente disso, obrigada, Dona Sorrisa!
         Como já são 3 da manhã e ainda me estou a rir, acho que é melhor parar de escrever e ir dormir.
          Boa noite, Diário!
          Beijinhos,
                             Riso
                                                                                               Júlia Cordeiro e Madalena Alves 8ºB

Diário do Riso / Sorriso

Comemoração do Dia Internacional do Riso

18.01.25

                                                                                                                      Alegrialand, 28 de agosto
Querida Bochecha,
    Hoje, o dia foi diferente do habitual. Como tu sabes, eu sou o Sorriso, mas hoje não parecia eu…
   Quando acordei, não senti o que costumo sentir. Não havia razão para sorrir, senti um enorme vazio dentro de mim! Descobri ao longo do tempo que os sorrisos podem ser superficiais, pois às vezes é assim que me sinto… Algumas vezes em que sorrio, não sinto felicidade ou alegria, apenas tristeza e solidão.
Alguns sorrisos que dou são sorrisos em branco, ou seja, não era aquilo que queria expressar, mas era aquilo que tinha de demonstrar! Era como se fosse obrigado, porque já tinha dado tantos sorrisos que já não me identificava com eles. E a pensar nisso passei o tempo…
   Ao fim do dia, fui à praia ver o pôr do sol, pois é onde me sinto melhor. Lá, encontrei a Gargalhada, que percebeu que eu estava triste e veio falar comigo. Expliquei-lhe o porquê de estar triste e ela disse-me o porquê de sorrir, o porquê de eu ter sido criado. Ao longo da explicação, fui percebendo o porquê das coisas e, no fim, a Gargalhada contou-me histórias e nós sorrimos e rimos à gargalhada.
   No final de tudo, ficámos melhores amigos e também percebi que tudo tem o seu sentido e explicação. E este foi o meu dia!
   Amanhã, vai ser melhor do que hoje, acho eu…pois, logo de manhã, vou ter com a Gargalhada e a seguir vamos almoçar e depois vamos ao cinema. Estou muito ansioso! Espero que amanhã eu e a Gargalhada não sejamos só amigos e sim mais do que isso!
    Tchau! Amanhã, conto-te como correu!
    Sorriso
                                                                                      Maria Teresa Batista e Daniela Lopes, 8ºD